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SUS inclui medicamento anti-HIV na lista de remédios essenciais

O Sistema Único de Saúde incluiu o antirretroviral dolutegravir na lista de medicamentos essenciais desse ano. Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento é uma nova alternativa para portadores do vírus HIV e possui menos efeitos colaterais.

O medicamento também é recomendado pela Organização Mundial da Saúde em sua lista essencial e já era usado em quem não tolerava efeitos colaterais de drogas como o efavirenz, que pode piorar sintomas de pacientes psiquiátricos.

Com a inclusão, foram retirados da lista o fosamprenavir e didanosina, antirretrovirais com mais efeitos adversos. A recomendação de retirada já havia sido pedida pelo Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) em 2016.

Segundo a Conitec, também há vantagem econômica na substituição. Enquanto o custo da dose diária desses medicamentos somava R$ 11,72 ao dia; o dolutegravir custa R$ 8,18 por dia aos cofres públicos.

Outras inclusões

A lista também incluiu um adesivo para o tratamento do mal de Alzheimer, o rivastigmina. De acordo com ensaios clínicos apresentados à Conitec, o medicamento se mostrou superior ao placebo e tão eficaz quanto comprimidos para o tratamento da demência.

A inclusão, segundo o Ministério, foi feita para aumentar a adesão ao tratamento já que estudos demonstraram que o adesivo possui menos efeitos gastrointestinais.

O Ministério da Saúde também passará a centralizar compras de medicamentos essenciais contra a toxoplasmose – e não mais os municípios. A decisão foi tomada para evitar desabastecimento dessa medicação no País.

A toxoplasmose é uma doença infecciosa causada por parasita e pode ser transmitida pelas fezes de gatos e por alimentos contaminados.

A Rename (Relação Nacional de Medicamentos Essenciais) foi instituída pela Política Nacional de Medicamentos em 1998 é uma das estratégias para garantir a incorporação segura de novas terapias ao SUS.

 

Domingo (27), por volta das 13h, uma carreta que seguia o sentido decrescente da BR 222, de Açailândia para São Luís, provavelmente com excesso de velocidade, perdeu o controle em uma curva fechada e tombou nas proximidades do Km 626.

O condutor de 37 anos, que não usava o cinto de segurança, conforme relato feito à equipe PRF, sofreu uma forte pancada na cabeça e foi socorrido para o Hospital Municipal de Açailândia. A carga, composta de carne moída, hambúrgueres e almôndegas, foi totalmente saqueada por moradores das redondezas.

Quando a PRF chegou ao local para confecção do Boletim de Acidente de Trânsito e demais procedimentos necessários à fluidez do tráfego, a carga já tinha sido levada pela população.

Harley é o maior furacão a atingir os Estados Unidos em 12 anos

As autoridades do Texas emitiram um alerta à população por causa da passagem do Furacão Harley na costa central do estado, onde estão localizadas as cidades de Corpus Christi e Houston.

Já foram emitidos avisos para que os moradores de pelo menos sete condados deixem suas casas em busca de abrigos para se proteger dos ventos que, segundo a Central Nacional de Furacões, podem chegar a 170 quilômetros por hora.  As autoridades determinaram que a saída é obrigatória, devido ao risco de enchentes e inundações.

A tempestade foi classificada inicialmente na categoria 2, na escala de intensidade Saffir-Simpson, mas agora os meteorologistas já dizem que o furacão pode atingir a categoria 3.  A escala varia de 1 a 5. Um furacão na categoria 1 é o mais fraco com pequenos danos materiais e prejuízos maiores a construções precárias.

Na categoria 3 há risco de grandes danos materiais e mortes em regiões bastante habitadas. 

Uma grande preocupação é que nessa área funcionam algumas das maiores refinarias de petróleo dos Estados Unidos (EUA). Há risco de descargas elétricas e explosões.

Segundo a imprensa americana, a ligeira alta de preços da gasolina, registrada esta semana no país, já foi um efeito da previsão da passagem do furacão.

Desde 2005, os Estados Unidos não têm um furacão nessa categoria. O último foi o Wilma, que passou pela Flórida em outubro daquele ano. O Wilma provocou 87 mortes e ocorreu dois meses depois da passagem do Katrina em Nova Orleans, que causou a morte de mais de 1.800 pessoas.

O volume de chuvas e tempestades trazidas pelo Harley pode chegar a 15 trilhões de galões de água, segundo as estimativas meteorológicas. A imprensa local mostra moradores em busca de alimentos para se refugiar em abrigos.

Vereador é executado em Governador Nunes Freire

Um vereador foi executado na cidade de Governador Nunes Freire.

Kedson Nunes foi encontrado nas proximidades de um povoado na zona rural de Turilândia. Ele tinha 38 anos e era do PPS.

No corpo havia marcas de tiros e cortes. O vereador estava com todos os seus documentos e uma certa quantia em dinheiro no bolso, o que se presume que pode ter sido crime de encomenda.

Não havia controle de passageiros, diz dono de barco que naufragou no Pará em depoimento à polícia

O navio Capitão Ribeiro saiu do município de Santarém às 18h de segunda-feira (21), e afundou por volta de 22h de terça. Chovia quando o acidente aconteceu. Muitos sobreviventes disseram que a embarcação foi atingida por uma tromba d’água – fenômeno similar a um tornado.

“A tripulação disse ter visto, no horizonte, algo com o formato de um funil, acompanhado de muita chuva e vento forte, e que teria pego o barco pela popa e o afundado. De acordo com os relatos, a embarcação girou e afundou em seguida”, afirmou o delegado Elcio de Deus, de Porto de Moz.

As buscas por desaparecidos foram retomadas nesta sexta-feira (25) pela manhã. Helicópteros sobrevoam a área bem próximo à água para tentar avistar sobreviventes ou corpos. Há também no local lanchas com equipes do Corpo de Bombeiros, da Prefeitura de Porto de Moz, da Marinha e da Capitania dos Portos do Amapá, que é responsável pelo inquérito.

A embarcação, que estava quase toda submersa, já foi puxada para a superfície por meio de um sistema de mecânica utilizando cabos de aço atrelados a uma balsa da prefeitura ancorada ao lado da embarcação.

 

Projeto “Tenda da Mulher” é implantado pela Prefeitura de Bacabeira

A Secretária da Mulher (Semu) realizou a primeira ação externa do Projeto “Tenda da Mulher”, na Associação de Moradores do São Pedro. O programa tem como objetivo levar atendimentos e orientações de programas sociais para as comunidades.

Uma oficina para confecção de flores, brechó, palestras sobre a Lei Maria da Penha (11.340/2006) e orientações sobre auxilio doença, salário maternidade e aposentadoria foram algumas das ações realizadas na comunidade.

A secretaria da Mulher, Ivanildes Rêgo, disse que a ação será realizada mensalmente nos povoados, de acordo com as campanhas desenvolvidas pela Prefeita e Governo do Estado. “Este mês estamos trabalhando violência contra a mulher, que é um tema importantíssimo e precisa ser entendido pela população”, justificou.

As senhoras Nilda Marques e Maria Ribamar Menezes, moradoras do povoado Gameleira, participaram da oficina de confecção de flores e aprovaram a iniciativa. “Trabalho com artesanato em garrafa pet, crochê e gostei muito de participar desta ação da Prefeitura”, afirmou Nilda Marques.

Prefeitura e Governo do Estado reforçam Segurança Pública em Bacabeira

A melhoria da segurança pública em Bacabeira foi discutida em reunião realizada nesta terça-feira (22), na Prefeitura de Bacabeira. A integração das Policias Civil. Militar, Corpo de Bombeiros faz parte de um compromisso assumido entre a Prefeitura de Bacabeira e a Secretaria de Segurança Pública, através do delegado Jefferson Portela, e a intenção é criar um Posto da Policia Militar integrado na sede e ministrar novos cursos de capacitação para a Guarda Municipal.

“A prefeita Fernanda Gonçalo tem dado todo o apoio na integração das policias para garantir a segurança pública da população e Bacabeira. A Prefeitura está reformando e ampliado a Delegacia de Bacabeira e pretender capacitar todo o pessoal da Guarda Municipal para apoiar no trabalho de segurança pública”, adiantou o representante da prefeita e secretário Chefe de Gabinete, Lucas Lindoso.

O encontro foi coordenado pelo capitão Lucas Lindoso e contou com a presença do delegado de Policia Civil, Edinaldo Santos, do major Pereira (Policia Militar), capitão Lucena Junior, cabo Oliveira Junior, soldado Fernando Antonio, tenente Carvalho (Corpo de Bombeiro), o procurador do município, Daniel Santos e do inspetor Marino Lobato e Derley (Guarda Municipal). A Delegacia de Bacabeira está sendo reformada e as pessoas podem solicitar apoio por meio dos telefones (98) 88502-3952 / 3346-1177.

Nasa e Uruguai fizeram alerta de tsunami após recuo do mar no Sul do Brasil? Não é verdade!

Trata-se de um fenômeno raro e que causou prejuízos. Em Florianópolis, foi possível ver as bases das colunas de sustentação das pontes Colombo Sales e Pedro Ivo, que ligam a ilha ao continente. O mar recuou tanto que até a Hercílio Luz ficou exposta. Pelo menos 300 embarcações ficaram encalhadas.

No entanto, nem o Uruguai nem a Nasa alertaram para um tsunami na região, muito menos como consequência desse recuo. Isso porque os tsunamis têm origem diferente.

“Os tsunamis são formados por terremotos. Já o recuo do mar é originado dos ventos. Os processos de formação do tsunami e do recuo do mar são distintos”, explica a meteorologista Michele Fernandes, da Climatempo. Segundo ela, não há, portanto, como haver um tsunami originado do recuo do mar.

Recuo do mar

O recuo do mar ocorre quando há ventos de componente norte paralelos à costa do Brasil, soprando persistentemente e com forte intensidade. Essa corrente faz com que a água do mar seja “empilhada” para fora da costa, resultando no recuo das águas no litoral. Quando esses ventos diminuem, a maré volta ao normal.

 

Tsunami

Já os tsunamis são uma série de ondas em alto mar originadas por algum abalo, que normalmente é sísmico, ou seja, provocado por um terremoto. Ao chegarem à costa, as ondas aumentam de tamanho causando destruição em regiões costeiras.

Zika manipula sistema imunológico de grávidas

A gravidez é um momento especial na vida de uma mulher, e não apenas do ponto de vista emocional, com a perspectiva da maternidade. Neste período, seu corpo também passa por diversas modificações biológicas. Entre elas está uma diminuição da atividade de seu sistema imunológico para evitar que ele ataque o feto em desenvolvimento, especialmente nos dois primeiros trimestres da gestação. Isso, no entanto, a deixa mais vulnerável a infecções. E é justamente aproveitando esta vulnerabilidade que o vírus da zika suprime ainda mais o funcionamento do sistema imunológico das grávidas de um modo parecido com que o HIV, vírus causador da Aids, faz para se multiplicar e atingir o bebê, mostra pesquisa publicada ontem no periódico científico “Nature Microbiology”.

No estudo, cientistas liderados por Jae Jung, professor do Departamento de Microbiologia Molecular e Imunologia da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, primeiro procuraram determinar como as diferentes linhagens do vírus da zika, africana e asiática, se comportavam no sangue de pessoas saudáveis. Assim, eles infectaram amostras retiradas de homens e mulheres, grávidas ou não, com entre 18 e 39 anos separadamente com antigos vírus africanos e versões asiáticas mais recentes, estas últimas associadas à epidemia que atingiu diversos países das Américas, o Brasil inclusive, nos últimos anos e que foram ligadas a casos de microcefalia e outras más-formações congênitas em bebês nascidos de mães que tiveram a doença durante a gravidez.

O experimento verificou que tantos os vírus africanos quanto os asiáticos atacam preferencialmente um tipo de célula do sistema imunológico conhecido como monócito CD14+. Mas enquanto as linhagens africanas induzem estas células a se transformarem principalmente nos chamados macrófagos M1, outro tipo de célula de defesa do organismo ligada a processos inflamatórios, os vírus asiáticos levaram estas células a se multiplicarem e diferenciarem em macrófagos M2, com ação imunossupressora. Isto porque estas células liberam no sangue substâncias conhecidas como citocinas, que sinalizam ao organismo que a infecção estaria debelada e é hora de se concentrar na reparação dos danos, diminuindo a atividade do sistema imunológico.

Segundo os cientistas, enquanto mulheres grávidas já têm níveis maiores de macrófagos M2 no sangue, cerca de 4% do total, exatamente para evitar que o sistema imunológico ataque o feto, esta proporção cresceu para 10% nas amostras de sangue infectadas com vírus africanos, e disparou para 70% nas que receberam as versões asiáticas do zika. E com as reações do sistema imunológico das grávidas ainda mais suprimidas, estas linhagens do vírus da zika conseguem se multiplicar mais e permanecer por mais tempo no organismo das mulheres doentes, atravessando a barreira da placenta para atacar os fetos.

— As mulheres grávidas são mais suscetíveis ao vírus da zika porque a gravidez já suprime naturalmente o sistema imunológico da mulher para que seu corpo não rejeite o feto, que é essencialmente um corpo estranho — resume Jung. — Nosso estudo mostra que as mulheres grávidas são mais suscetíveis à imunossupressão, e o vírus da zika explora esta vulnerabilidade para infectá-las e se replicar.

Diante destes resultados, os cientistas resolveram comparar seus achados com o sangue de 30 mulheres comprovadamente infectadas pelo vírus da zika durante a gravidez — dez em cada trimestre —, além de amostras de outras 15 grávidas que não foram atingidas pela doença, sendo cinco de cada trimestre. As análises mostraram que as mulheres infectadas apresentavam uma atividade anormalmente alta dos genes ADAMTS9 e FN1. O primeiro já foi associado a baixo peso nos recém-nascidos e partos longos e complicados, enquanto o segundo foi ligado a problemas no útero que levam ao desenvolvimento de bebês incomumente pequenos e pré-eclâmpsia, isto é, elevação aguda e perigosa da pressão sanguínea da mãe.

— Embora a microcefalia tenha recebido muita atenção, o problema mais comum (provocado pela infecção pelo vírus da zika na gravidez) é o desenvolvimento anormal do cérebro e a formação de acumulações de cálcio no cérebro dos recém-nascidos — destaca Jolin Suan-Sin Foo, pesquisadora do laboratório de Jung e primeira autora do artigo de ontem na “Nature Microbiology”. — Essas anomalias provocam danos cerebrais e atrasos no desenvolvimento dos bebê mesmo que eles tenham nascido com cabeças de tamanho normal.

Momento para desenvolver arsenal

Chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto de Biologia da UFRJ, Amilcar Tanuri considerou o estudo “muito importante” por mostrar como as diferentes linhagens do vírus da zika provocam reações díspares do sistema imunológico, o que ajuda a explicar porquê a cepa asiática se tornou epidêmica. Além disso, a revelação de como o vírus “dribla” as defesas do organismo deverá ter impacto nas pesquisas e desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra a doença.

— Qualquer vírus que possa manipular o sistema imunológico é mais preocupante, tanto do ponto de vista epidemiológico quanto no desenvolvimento de vacinas e tratamentos — diz. — Este artigo mostra que o vírus da zika de fato tem esta capacidade, o que serve como alerta de que precisamos acelerar a construção de um arsenal contra ele. Esta relativa “calmaria” após o fim do pior da epidemia é a hora para a gente desenvolver estas armas, pois o vírus ainda está circulando por aí e pode voltar a qualquer momento.

De acordo com Tanuri, uma das opções a ser levada adiante é a criação de remédios que diminuam a carga viral do zika no organismo, nos moldes dos usados nos coquetéis contra o HIV, de modo a evitar que o vírus atinja os fetos. Já com relação à vacina, o próprio líder da pesquisa, Jae Jung, lembra que todas alternativas em testes até agora não incluem grávidas em seus ensaios clínicos devido aos riscos do vírus para o bebê. Segundo ele, no entanto, esta é a população que mais pode se beneficiar do desenvolvimento do imunizante, o que faz com que seja necessária a avaliação de sua eficácia também nelas, já que a atividade de seu sistema imunológico é diferente.

— As vacinas em desenvolvimento para o vírus da zika parecem ser altamente eficazes, mas elas estão sendo testadas em mulheres que não estão grávidas, que têm uma química corporal diferente das mulheres grávidas — justifica. — É factível que a dosagem recomendada da vacina, embora eficaz para mulheres não grávidas, não seja potente suficiente para as mulheres grávidas pois seus corpos são mais tolerantes aos vírus.

Bacabeira realiza a VII Conferência Municipal de Saúde

Com o tema: “Saúde em Bacabeira: Acesso e Acolhimento para Todos” foi realizada nesta sexta-feira (18) a VII Conferência Municipal de Bacabeira. O evento foi organizado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus) e ocorreu na Primeira Igreja Batista (PIB).

O secretário da Semus, Jefferson Calvet, disse que é fundamental o envolvimento da população na discussão e implantação das políticas públicas. “Este encontro tem o objetivo de discutir as ações de saúde que serão implantadas nos próximos quatro anos, além da eleição do novo Conselho Municipal de Saúde”, explicou.

Participaram do encontro a Secretária da Mulher de Bacabeira, Ivanilde Rêgo e a adjunta, Delcenir Santos; da Agricultura, José de Arimateia; os representantes do Conselho Tutelar, Noelson Rocha; da Gerência de Rosário, Wilian Anceles e a Secretaria de Saúde de Rosário, Viviane Arruda; das Igrejas, Gilson Moreira e a especialista em Gestão em Saúde e Auditoria e Planejamento em Saúde, Zeneide Pereira de Sousa, e o secretário adjunto da Semdes, Leandro Guimarães.